O que as famílias contam.
Nenhum depoimento aqui é perfeito. As situações são reais, os ajustes foram necessários, e os arranjos funcionaram de formas diferentes para cada casa.
Voltar ao inícioDepoimentos
"Minha mãe resistiu muito no início. Achava que não precisava de ajuda. A Rebento foi paciente, apresentou a assistente com calma, e hoje minha mãe fica esperando pela terça."
Junho de 2025
"Moro longe e não consigo acompanhar meu pai de perto. O relatório semanal que a Rebento manda é o que me dá tranquilidade. Às vezes tem coisa pequena, mas pelo menos eu sei."
Julho de 2025
"Precisamos trocar de assistente depois de dois meses. A Rebento tratou isso com naturalidade e em menos de uma semana tinha alguém novo apresentado. Não precisei resolver nada sozinha."
Julho de 2025
"Meu pai tem 84 anos e mora sozinho. Ele não queria admitir que estava com dificuldade. A assistente que a Rebento enviou entrou devagar, sem impor nada, e isso fez toda a diferença."
Junho de 2025
"O contato com a Mariana foi simples e direto. Ela explicou como funciona sem encher de promessas. Começamos com uma visita por semana e agora são três. A situação foi mudando e o arranjo foi junto."
Maio de 2025
"Estou em São Paulo e minha mãe é em Goiânia. Ter alguém de referência para ligar quando surge uma dúvida — sem ser o assistente, que não sabe de tudo — é o que eu precisava."
Julho de 2025
Situações reais
Não são histórias de sucesso perfeito. São ajustes que levaram tempo e foram ficando certos.
A mãe que morava sozinha e não queria ajuda
Dona Irene, 78 anos, morava sozinha há dez anos no Setor Oeste. A filha, que mora em outro bairro, percebeu que a mãe estava deixando de comer direito e saindo menos. Dona Irene não queria ninguém "entrando na minha casa".
Começamos com o arranjo de uma tarde por semana. A assistente apresentada tinha um perfil tranquilo e sem pressa. As primeiras visitas eram curtas e sem roteiro fixo — apenas companhia. Depois de um mês, Dona Irene pediu que ela ajudasse a organizar a cozinha.
Oito meses depois, o arranjo passou para três visitas por semana — por iniciativa de Dona Irene. A filha recebe o relatório pós-visita e diz que foi a primeira vez que conseguiu sair de viagem sem ficar ligando toda hora.
"Eu não imaginava que ela aceitaria. Mas o jeito como a assistente entrou — devagar, sem forçar nada — foi o que funcionou para a minha mãe."
— filha de Dona Irene, Goiânia
O filho que morava em outra cidade e não conseguia acompanhar
Seu Antônio, 81 anos, ficou viúvo e continuou morando na mesma casa. O filho mais próximo estava em Aparecida de Goiânia, mas trabalhava horários difíceis. As ligações diárias iam revelando problemas que ele não conseguia resolver à distância.
Optamos pelo arranjo de três visitas semanais. O filho participou da entrevista com o assistente por vídeo. Um roteiro foi escrito com os hábitos de Seu Antônio — horário do café, ordem dos cômodos, o que não pode tocar. O relatório pós-visita ia para o filho e para a cunhada.
Doze meses de arranjo sem interrupção. Uma troca de assistente foi necessária após sete meses, resolvida em cinco dias. O filho diz que passou a ligar para o pai porque quer conversar — não mais para verificar se está tudo bem.
"O relatório semanal parece pouca coisa. Mas saber o que aconteceu, o que meu pai comeu, se ele saiu — isso vale muito quando você não está perto."
— filho de Seu Antônio
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